sexta-feira, 11 de maio de 2018

Orquidia cara de macaco




Orquídia: Cara de macaco


Dracula simia (ou orquídea cara de macaco) é uma espécie de epífita de crescimento cespitoso cujo gênero é relacionado A Masdevallia, parte da subtribo Pleurothallidinae. Esta espécie é originária do sudeste do Equador, onde habita florestas úmidas e nebulosas das montanhas.. É encontrada na natureza em regiões de altitudes entre 1000 e 2000 metros o que a torna uma espécie pouco conhecida, embora possa ser cultivada domesticamente com alguns cuidados.
    Sua característica mais marcante é o fato de suas flores possuírem uma incrível semelhança com o rosto de um macaco. A orquídea símia é também conhecida como “Dracula”, referência a figura do vampiro pela presença de dois longos esporões que projetam-se a partir das sépalas. Foi descoberta e nomeada em 1978 pelo botânico e naturalista chileno Hugo Gunckel Luer (1901-1997). Sua família conta com mais de 118 variedades, todas típicas da mesma região equatorial.
    Várias das orquídeas de sua espécie possuem nomes que estão relacionados com sua aparência incomum, algo maligno ou animalesco, como a Dracula Diabola, e algumas draculinas mais específicas, como a Dracula Vampira, a Dracula Nosferatu, Dracula Gorgona, e tem até uma Dracula Ligiae. Em seu habitat, as Dracula Simia pode florescer em qualquer época do ano, não dependendo de uma estação específica. Outra peculiaridade desta estranha flor é seu aroma é semelhante ao de uma laranja.                                                                                                                                                                                                                                 

Como plantar e cultivar a orquídea cara de macaco:

Essas orquídeas são plantas nativas de matas com alta umidade (em torno de 80%) e temperaturas que vão desde 11º a 27º celsius, o que dificulta o seu cultivo, sendo
necessário temperaturas que não ultrapassem estas e com alta umidade do ar, pois a planta não pode ressecar.
O substrato mais indicado é o musgo, e de preferência musgo vivo o que vai oferecer a umidade necessária que a planta precisa.
Não devem ser plantadas em vaso, uma vez que a inflorescência frequentemente atravessa o substrato e sai pelos furos inferiores do vaso, aparecendo por baixo da planta. Quando o vaso tem poucos furos inferiores, a planta raramente encontra essas saídas e a floração aborta. Assim, a preferência deve ser por caixinhas de ripas de madeira ou cestinhos de plástico inteiramente perfurados facilitando a saída da inflorescência.
Quanto a adubação, a Dracula Simia é menos exigente e requer um adubo líquido e bem diluído em água, que deve ser oferecido quando a planta estiver em pleno desenvolvimento.
orquídea cara de macaco
Essa foto é ela em crescimento da para saber por causa dos pelinhos quando adultas estão sem os pelinhos em volta .    
    Nome: Eduardo e Carlos
                                                                              

    terça-feira, 8 de maio de 2018

    Mamba negra uma das cobras mais venenosas do mundo, serpentes mortais, A...

    cavalo mustangue


    são cavalos assilvestrados que ocorrem nos Estados unidos. São descendentes diretos de cavalos europeus levados para a America por conquistadores espanhóis e portugueses no século XVI. Por isso é que outros colonizadores europeus, posteriores aos colonizadores espanhóis, encontraram tribos indígenas andando a cavalo, pois não existiam cavalos na América no momento em que foi descoberta pelos espanhóis. As vastas planícies dos Estados Unidos e a ausência de predadores naturais contribuíram para a sua rápida expansão. De fato, uma manada de mustangues pode dobrar de tamanho a cada cinco anos.
    Foram altamente apreciados pelos aborígenes e pioneiros por serem dotados de grande resistência e força, produto de um enorme desenvolvimento muscular.
    No início do século XX, os mustangues chegaram a 2 milhões de cabeças. Se tornou um problema para os agricultores, pois competiam com os seus bovinos para pastagens. Assim começou a sua caça, e o seu número foi reduzindo gradualmente até que chegou a apenas cerca de 320.000 animais no final da década de 1960. Dado o rápido declínio no número de animais, em 1971 no congresso Estados Unidos, foi aprovada uma lei que declarou o mustangue como espécie protegid
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                                           Tubarão-cobra

    O tubarão-cobra é uma espécie da família ChlamydoselachidaeEsta espécie, que era considerada extinta, tem cerca de dois metros de comprimento e habita águas bem profundas. O tubarão-cobra é uma das criaturas mais antigas já encontradas vivas nos dias de hoje. Já foram encontrados fósseis deste animal com cerca de 80 milhões de anos. 

    Chamado de fóssil vivo, este tubarão raramente visto, habita as profundezas dos oceanos Atlântico e Pacífico. Cientistas pensam que esta espécie captura sua presa dobrando seu corpo e se lançando para frente como uma cobra, engolindo toda a vítima.

    O Parque Marítimo Awashima, em Shizuoka, ao sul de Tóquio, foi alertado por um pescador no domingo, que disse ter visto uma criatura estranha e parecida com uma enguia, cheia de dentes pontudos.

    Os funcionários do parque capturaram a criatura de 1,6 metro, que eles identificaram com sendo um tubarão-cobra fêmea. Essa espécie é muitas vezes chamada de "fóssil vivo" por ser primitiva e ter mudado pouco desde os tempos pré-históricos. 


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    Nomes:Matilda Grey, Rodicleide Singer 


    LENDA DA LAGOA DOS BARROS

                                        
    Na lagoa mais misteriosa do Litoral Norte, não há barcos navegando porque um redemoinho gigantesco suga tudo para o fundo, feito de areia movediça. Na lagoa mais misteriosa do Litoral Norte, não há peixes, e sim uma cidade submersa que faz brotar da água a cruz da sua igreja em tempos de seca, o terrível fantasma de uma noiva morta e até a versão gaúcha do monstro de Loch Ness.
    Essas são lendas da Lagoa dos Barros, aquela que é uma beleza de paisagem para quem segue pela freeway, rumo às praias. São histórias que se perpetuam há décadas e até hoje intrigam. A origem da superstição remonta a um crime ocorrido na década de 1940 nas cercanias da antiga - e mal-assombrada? - usina Açúcar Gaúcho S/A (Agasa), cuja velha chaminé desativada também pode ser vista da rodovia.
         
    A Agasa funcionou até 1989. Mas o funcionário Milton Nunes, hoje com 64 anos, trabalhou no prédio vazio até 2003, quando se aposentou. Foi nesse período que conheceu O TERROR. Ele era vigia do patrimônio abandonado. Um momento de sua ronda noturna era apavorante. Tratava-se de uma passagem entre os prédios. Quando a percorria, os cabelos ficavam em pé.
    - Era ela que estava ali - recorda.

    Ela, a noiva. Maria Luísa foi morta pelo noivo há cerca de 70 anos e teve o corpo jogado na lagoa. Desde então, assombra a rodovia nos arredores da Agasa, próximo ao local do crime. As vítimas preferidas são caminhoneiros. Muitos dizem tê-la visto passeando pela freeway, de vestido branco. A experiência não deve ter sido legal, já que alguns deixaram de trafegar por ali. A noiva que perambula também virou desculpa para acidentes, o que a polícia sempre desconfia e atribui a aparição a outras causas, como a sonolência que leva a sonhar acordado com noivas mortas - e a sair da estrada e quase espatifar o caminhão.
    A população local respeita muito a lenda, e não só os mais antigos. No lado contrário à freeway, um jovem casal dá aulas de kitesurf. Rafael Freitas e Clarisse Mallmann, ambos de 34 anos e sócios da empresa Rajada, não deixam de navegar pelas águas, porém, nunca vão ao meião, por causa do tal do redemoinho mortal. Outra prevenção de Clarisse é não tratar a noiva com desdém. Ao contrário, presta-lhe oferendas e sugere a clientes que levem pulseiras, brincos e batons para a noiva. A força das histórias é tamanha que até bombeiros e barqueiros experientes demonstram receio com a lagoa. O sargento dos bombeiros Rogério Marques, 49 anos, lembra da correnteza, das ondas que vêm dos quatro lados ao mesmo tempo e de outras coisas aterrorizantes para evitar o local.
    - Bem em frente à chaminé da Agasa, tem um ponto em que a bússola fica doida - alega.
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    ANA CAROLINA DE L.IMA RAMOS SOUZA
    Surgiu na costa de Queensland, Austrália. A criatura, que mais parece um Pokémon do que uma espécie deste planeta, nada mais é do que uma lesma do mar, conhecida como Glaucus atlanticus ou dragão azul.
    As listras, visíveis na superfície da pele no animal, não estão ali apenas para ornamentar:  elas servem como camuflagem, ajudando-o a desaparecer na superfície brilhante da água, fugindo de predadores aéreos. Além disso, enquanto o dragão azul flutua na superfície do oceano, sua parte inferior, de uma cor azul vívida, o protege dos animais que vêm debaixo d'água. Mesmo pequenos – medem em média de 4 a 6 cm –, estes animais se alimentam de presas bem maiores, como a venenosa caravela-portuguesa, parente da água-viva. Por ser imune ao veneno, o dragão azul consegue recolher a substância tóxica, transformando-a em uma arma ainda mais potente, diferente de nós, humanos, que, em contato com a caravela, podemos ter queimaduras de até terceiro grau.
    Seu habitat são as águas temperadas e tropicais, incluindo o leste e o sul da costa da África do Sul e algumas regiões europeias.
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    Craudete Rodinalda e Millie Eleven.   

    Cavalo

    Cavalo (nome científicoEquus ferus caballus) é um mamífero herbívoro da ordem dos ungulados, uma das três subespécies modernas da espécie Equus  ferus.
    Esse grande ungulado é membro da mesma família dos asnos e das zebras, a dos equídeos.

     Seu tempo de vida varia de 25 a 40 anos.
    Resultado de imagem para cavalo rosilhoO cavalo teve, durante muito tempo, um papel importante no transporte; fosse como montaria, ou puxando uma carruagem, uma carroça, uma diligência, um bonde, etc.; também nos trabalhos agrícolas, como animal para a arar, etc. assim como comida.
     A raça mais rápida de cavalo, o famoso thoroughbred (puro-sangue inglês ou PSI) alcança em média a incrível velocidade de 17 m/s (~60 km/h). 
     São originários do norte da Américanas extinguiram-se aí por volta do Pleistoceno, há cerca de cento e vinte mil anos. 

    Velocidade40 – 48 km/h (galopando)
    Peso380 – 1.000 kg (Adulto)
    Período de Gestação11 – 12 meses
    Raças; Quarto de Milha, Crioulo, Paint horse, Ponei, entre outros.
    Esportes: Laço Comprido,Carreira,Hipismo,Polo,Vaquejada.

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